Casa de Swing - Relato 2A2 - Parte II

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 by Peripécia de Mulher

Disse que voltaria aqui para comentar sobre a minha segunda ida a casa de swing, né? Pois bem, ela aconteceu. E sem álcool pra eu poder lembrar de tudo e dividir com vcs.

Verão de Janeiro. Já são meia noite e o tempo está abafado. Ele desce do carro, pega na minha mão e atravessamos a rua. Um velho sujoimundo que está no boteco ao lado começa falar indecências. Mal consegui entender uma palavra. O bigode dele era tão grande e ele já estava tão alcoolizado, que eu sentia o bafo de onça do outro lado da rua. Andamos calmamente como se estivéssemos indo à um restaurante. Atravessamos a rua e fomos muito bem recepcionados pelos seguranças e pela hostess do local.

Pegamos uma cerveja e ficamos fitando o local e o público. A ambiente não supreende por se parecer muito com um monte de boates da cidade. A tirar, claro, o ferro para a prática de pole dance e duas cadeiras eróticas posicionadas como cadeiras em uma mesa de bar.

Logo quando vi as cadeiras me imaginei nela com as pernas abertas e sendo recebida por um sexo oral animalesco. Pena, não foi dessa vez.

Pegamos bebidas e começamos a nos beijar. Os amassos foram ficando intensos para a boate e decidimos ir para o segundo andar. Para nosso desgosto ainda estava muito vazio. Mas eu não estava nem aí e decidi ficar por lá e a continuarmos nosso amasso. Muito pouco tempo depois que reiniciamos, muitos homens apareceram para tentar fazer parte, tentavam me pegar e passar a mão em mim. A contagem era muito desproporcional e eu adorava isso. Mas o meu peguete não. Ok. Descemos para acalmar um pouco os ânimos e esperar mais casais chegarem.
Voltamos pra boate e ela já estava um pouco mais cheia e dava pra ter uma ideia do perfil: casais de 25 a 40 anos, bonitos e alguns bem sexy's, homens solteiros e a maioria em mulheres solteiras. Decidi paquerar uma mulher para complementar a nossa noite.
Uma loira com cabelos até a cintura, estatura mediana e com um vestindo bem coladinho estava dançando no ferro do pole dance. Bem mais experiente do que eu, ela arriscava manobras que pra mim eram impossíveis de se fazer. Quando ela parou de dançar fui elogiá-la e começou nosso flerte. Papo vai, papo vem ela elogiou o tamanho da minha cintura, dos meus seios e foi me tocando, ali na frente dele que só observava a cena sem se meter. Depois de alguns minutos de bate papo e já termos nos alisado o suficiente a ponto de sabermos que ambas eram gostosas e que ele já não estava mais aguentando decidimos subir e batalhar por um quartinho.


Estava bem cheio e não tinha mais nenhum quarto vazio. Espiamos por uma frestinha e parecia que o casal que estava lá dentro estava de saída. Esperamos ansiosos do lado de fora. Quando saíram entramos, finalmente, e eu a minha escolhida demos continuidade ao que tínhamos começado. Ela me beijou já tirando o meu vestido. Ficou surpresa quando descobriu que eu estava sem calcinha e já toda molhada. Sentou-me na bancada fazendo com que ele ficasse de pé e começou a me chupar bem gostoso. Perguntou-me se ele podia fuder com ela e eu disse: só se for bem gostoso e desde que ela não parasse de fazer o que estava fazendo: me chupando. Ele não pestanejou. Colocou a camisinha e penetrou nela. Nessa hora ela me mordiscava e chuvapa ao mesmo tempo. Quanto mais pressão e tesão ele fazia ela sentir, mas ela me recompensava com boas e certeiras chupadas. Enquanto isso voyers olhavam a nossa foda. E eu sentia em cada olhar um estímulo para sentir mais e mais prazer, como se só o fato deles estarem olhando já fizesse isso.

Quando acabou e descemos, ainda estava com muito tesão, não resisti sentei ele num sofá, abri a sua calça e comecei a beijá-lo enquanto a minha mão percorria a sua virilha até chegar ao meu destino. Desci minha boca e encostei meus lábios na cabeça do seu pau. Comecei chupando, chupando e chupando até não aguentar mais e montar em cima dele. Eu estava enfurecida de tesão e queria que ele me comesse ali, na frente de todo mundo e que todos vissem. Enquanto eu rebolava em cima do seu pau e olhava através do espelho a cara das pessoas, sentia mais tesão e mais eu rebolava e rebolava ....até ele não aguentar mais e gozar em mim.

Foi a nossa despedida...até mais 2A2.

Casa de Swing - Relato 2A2 - Parte I

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009 by Peripécia de Mulher


E tudo começa em uma mesa de bar que se dividiu em vários assuntos. Um deles, e do qual eu participava ativamente com um amiga, era sobre uma casa de swing.
Olha que ironia, eu comecei com um fogo sem precedentes para ir numa casa de swing e antes que eu pudesse desfrutar, e depois compartilhar com elas, 2 das minhas melhores amigas já tinham ido.

A piedade reinou no coraçãozinho delas e elas decidiram me levar.

Antes, uma parada rotineira em um bar muito do pé sujo. Mais algumas cervejinhas e pronto. Estávamos preparadas para adentrar naquele mundo.

A príncipio normal, uma boate grande com seguranças na porta. Quando entramos: uma pista de dança vazia. Apenas um casal dançava no fundo da pista. Ele se esfregada nela por trás e ela aos poucos ia cedendo, dançando com gestos pequenos mas se envolvendo cada vez mais.

Não demorou muito para terminarmos a bebida que tínhamos pedido, só para entrar um pouco mais no clima, e subirmos um escadinha. Foram só alguns degraus, mas pra mim pareceu uma eternidade. arecia ação em slow motion. E logo agora, que eu estava prestes a conhecer a outra faceta dos prazeres mundanos o tempo estava passando lento, lento.

Finalmente chegamos.

Entramos em um beco escuro que dava em uma encruzilhada com 2 direções. A direta era para os fracos, uma suíte para os casais que não tiveram coragem de fazer o que queriam na frente dos outros. A esquerda, hum, era a parte boa da casa: um corredor escuro e com pessoas que vc não consegue distinguir. Apenas observava as silhuetas. O resto deixei por conta da minha imaginação.
Neste corredor a direita haviam cabines não muito grandes mas que acomodavam perfeitamente um casal, um trio e um quarteto em posições que nem existem no Kama Sutra. Há janelinhas onde podemos apenas nós dar o prazer do voyerismo. Sentir um puta tesão na transa do outros e começar uma pegação que nunca antes acontecerá com vocês.

Não posso me perder....não posso... só de lembrar...

Voltamos ao lado direito do corredor. Nele, há um vão no centro e ao redor um banco em forma de C. No meio desse vão, vários casais, juntos, e ao mesmo tempo, se entrelaçam num mar de prazer. Não dá pra ver o rosto de ninguém. Apenas vejo a posição em que estão. Algumas eu entendo e outras são tão complexas que é melhor nem perder muito tempo tentando imaginar o que eles estão fazendo. E sim o que eles estão sentindo.

Escuto os gemidos feminino de prazer e masculino de força. Hum...nada melhor nessa hora.

Não demora muito e já sou abordada por um cara. Passei a minha mão sobre o corpo dele. Um corpo forte, malhado e pouco musculoso. Elegante eu diria. Ele disse meia dúzias de sacanagens no pé do meu ouvido e logo estavámos nos beijando. Um beijo louco e desesperado de tesão. Ele apoiou as mãos no meio das minhas costas e me puxou para encostar o meu corpo no seu. Encostei e senti um volume considerável vindo do meio das suas pernas e encontrando com as minhas. Já estávamos nos pegando. Um beijo atrás do outro sem pararmos de nos roçar.

No auge da nossa pegação sinto algo a mais: algumas outras mãos percorrem o meu corpo ao mesmo tempo que as mãos dele estão pegando nos meus seios. Há essa altura, depois de vários choppes, garrafas de cerveja e cigarro. Eu já me sentia em outro plano, num harém, no harém do capeta!

Tanto prazer, tanto prazer. Sentia 6 mãos percorrendo o meu corpo. Duas acariciando os meus seios, outras duas mãos grandes e grossas enchendo-se com a minha bunda, uma me masturbava e a outra, a outra nem sei onde estava. Mas quem se importa?

Fiquei horas ali. Fechava os olhos e apenas deixava fluiir aquela sensação de que todos, muito mais do que sentir prazer, queriam me dar prazer.

Chegava o momento em que eu já não aguentava mais esperar, estava transbordando de tesão e queria sentir ele entrando gostoso e forte dentro de mim. Abri a calça dele, pus a minha mão dentro e começei a masturbá-lo. As carícias, de todas as mãos eram cada vez mais intensas e acompanhavam o ritmo que eu ia dando a masturbação. O clima estava esquentando, esquentando e eu já estava me preparando juntar o meu corpo com o dele. Quando, assim sem mais, uma das minhas amigas surtou e tive que ir embora.

Pois é, uma tentativa frustada, divertida e menos prazerosa do que eu imaginava.
Mas esperem, voltarei lá e venho aqui relatar como foi a segunda impressão.


Casas de Swing RJ – Parte I

domingo, 4 de janeiro de 2009 by Peripécia de Mulher

Esse é o primeiro post sobre casas de swing. E pra começar, vamos conhecer algumas aqui do RJ.


Mistura Certa
Rua 20 de abril 13, Centro

Paris Café
Av. das Américas, 15.105 – Recreio

In Búzios

Club Swing EleEla
Rua J.J. Seabra, 21 - Jardim Botânico

HenriClub
Av. do Pepê, 400 - Barra da Tijuca

2A2
Rua Figueiredo Magalhães, 885/F - Copacabana

Club Mix Bar
Rua do Mercado, 25 – Praça XV – Centro

Adrenalina Club
Estrada do Camorim, 600 – RioCentro

É bem menos do que eu esperava também.

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Interesses

sábado, 27 de dezembro de 2008 by Peripécia de Mulher

Hoje assumi: Atualmente só me interesso por 3 coisas na vida, e que já me tomam muito tempo e não me deixam cuidar do resto.
São elas: Meu filho, minha profissão e SEXO! É, isso mesmo. Atualmente só me interesso por isso! #prontofalei.

Ela

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008 by Peripécia de Mulher

Ela acorda com os olhos ainda pregados, caminha pelo corredor que a leva do quarto ao banheiro, entra embaixo do chuveiro.

A água meio morna lhe dá um arrepio pela espinha. Ela desperta lentamente.

Tenta lembrar do que sonhou, com que sonhou, e se foi uma projeção para o futuro ou uma falha do seu cérebro.

Dá-se conta de que não é capaz de lembra da noite anterior por completo. Tenta não sentir vergonha diante dessa atitude e finalmente, abre os olhos. Agora, a única coisa que ela pensa e deseja é não ter que acordar sempre daquele mesmo jeito, ter um bom dia de trabalho e ser feliz nos seus momentos mais íntimos.

Sua mente desde já começa a trabalhar incessantemente no que atualmente está entre umas das 3 coisas que mais a alegram: o sexo.

Ao se preparar, com um ritual diário de passadas de creme hidratante, calcinhas com um "q" a mais, maquiagem impecável e roupas sempre bem apresentáveis. Pensa que a qualquer momento, ela pode se deparar com alguma situação inusitada, descompromissada e acima de tudo prazerosa.

Esquece o primeiro!

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008 by Peripécia de Mulher

Ainda pensando sobre o primeiro post, decidi não escrever nada e pular logo pro segundo.
Veja a seguir.